August 20, 2008 - Posted by Drizita- 0 Comments
É tão giros vê-los a “cuidar dos bebés”!
“Brincando, a criança desenvolve potencialidades; ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula, classifica, compõe, conceitua, cria, deduz etc…” (Dra. Sandra Kraft do Nascimento)
Faz de conta
- Faz de conta que sou abelha.
- Eu serei a flor mais bela
- Faz de conta que sou cardo.
- Eu serei somente orvalho.
- Faz de conta que sou potro.
- Eu serei sombra em Agosto.
- Faz de conta que sou choupo.
- Eu serei pássaro louco,
pássaro voando e voando
sobre ti vezes sem conta.
- Faz de conta, faz de conta.
Eugénio de Andrade
Um pouco sobre o Faz de conta…
(…) É uma atividade psicológica de grande complexidade, é uma atividade lúdica que desencadeia o uso da imaginação criadora pela impossibilidade de satisfação imediata de desejos por parte da criança.
Essa atividade enriquece a identidade da criança, porque ela experimenta outra forma de ser e de pensar; amplia suas concepções sobre as coisas e as pessoas, porque a faz desempenhar vários papéis sociais ao representar diferentes personagens.
Quando brinca, a criança elabora hipóteses para a resolução de seus problemas e toma atitudes além do comportamento habitual de sua idade, pois busca alternativas para transformar a realidade. Os seus sonhos e desejos, na brincadeira podem ser realizados facilmente, quantas vezes o desejar, criando e recriando as situações que ajudam a satisfazer alguma necessidade presente em seu interior.
(…)
Essas representações que de início podem ser “simples”, de acordo com a idade da criança, darão lugar à um faz de conta mais elaborado, que além de ajudá-la a compreender situações conflitantes ajuda a entender e assimilar os papéis sociais que fazem parte de nossa cultura ( o que é ser pai, mãe, filho, professor, médico, … ). Através desta imitação representativa a criança vai também aprendendo a lidar com regras e normas sociais.
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October 22, 2007 - Posted by Drizita- 4 Comments
Andamos numa de descobrir as cores, diferenças…. Por isso, vamos ouvir e trabalhar a história ELMER
Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes
velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado,
todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer,
menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo
e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que
pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam
partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer
que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o
pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem
é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que
se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o
Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom
dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um
grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer
agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem
caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de
frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não
haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de
cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de
branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a
passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia,
elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito
por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos
muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da
manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não
estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu
luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e
por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha
visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos,
sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar
mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu
lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir
perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros
elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva
começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os
elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh
Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi
a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o
dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar
de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se
todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um
elefante, já sabes que deve ser o Elmer.
MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.
- Elmer para colorir (aos quadradinhos
)
- Amigo(s) do Elmer (também para colorir. podem-se fazer as personagens para contar a história)
- Andamos a fazer um móbile do Elmer
De um lado o Elmer aos quadradinhos, do outro um elefante cinzento… já agora, como se faz cinzento???? É preciso tinta branca e preta e mexer tudo muito bem 

Se o elefante é pesadão,
Não é por isso que não tem um coração.
Gostar de todos ser amigos de verdade,
Essa é a lei da nossa quinta da amizade. (bis)
Não é pecado ser diferente,
Se toda a gente fosse igual a toda a gente,
O nosso mundo era muito aborrecido,
E o elefante até é um bicho divertido. (bis)
Uns têm bico outros focinho,
O cão pastor não é igual ao passarinho,
O pato grasna, arrulha a pomba,
Porque não há-de o elefante andar de tromba. (bis)
October 22, 2007 - Posted by Drizita- 1 Comment
Era uma vez uma família de Azuis. O filho Azul vivia contente com a sua mãe Azul e com o seu pai, claro está, também ele Azul.
Na cidade, todos os seus vizinhos eram igualmente azuis e todos se sentiam muito orgulhosos com a sua bela cor, que era também a cor do céu e do mar. E os Azuis sentiam-se orgulhosos, achando-se belos e perfeitos, os vaidosos…
Mas, um dia, aquilo que os Azuis achavam impossível aconteceu. Chegou à cidade uma estranha, muito estranha, uma estranhíssima família de… Amarelos! O pai, a mãe, o filho e até mesmo a bem velhinha e curvada avó eram todos Amarelos, tão amarelos quanto o amarelo pode ser.
Seria possível que tal cor existisse?
Os Amarelos instalaram-se na casa que ficava mesmo ao lado da casa dos Azuis, e, curiosos, apressaram-se a espreitar e a observar pela janela tão estranhos seres.
Menos preocupado, o filho Azul, como qualquer criança, apenas queria saber se o filho Amarelo gostaria de jogar à bola. Sem perder tempo, bateu à porta dos seus novos vizinhos e
perguntou ao filho Amarelo:
— Queres vir brincar comigo?
E o filho Amarelo lá foi, sem pensar duas vezes, indiferente à cor da bola que, apesar de ser azul, rolava e saltava tão bem como as melhores bolas amarelas a que estava acostumado.
No entusiasmo do jogo e no frenesim da correria, depois de um passe mais acrobático e de uma defesa mais atrevida, o desastre aconteceu: o Azul e o Amarelo chocaram um com o outro, peito contra peito, num grande espalhafato.
E com a força do impacto, vá-se lá saber porquê, o Azul e o Amarelo ficaram… Verdes!
Olharam um para o outro, acharam graça e disseram:
— Olha, agora somos Verdes!
Na cidade, que grande pandemónio! Todos quiseram ver o fenómeno, incrédulos primeiro e indignados depois: não só apareceram os Amarelos, assim de repente, como agora surgiam também uns Verdes… Já começava a ser de mais…
Um pouco zangadas e espantadas e também muito preocupadas, as mães Azul e Amarela apressaram-se a levar os seus filhos Verdes para dentro de casa.
— Oh! Que desgraça! Vamos chamar o Doutor para ver se há remédio que vos
cure a cor… Mas, como não houve médico, cientista, engenheiro ou curandeiro que conseguisse tratar aquele mal,
o tempo passou e todos acabaram por se habituar aos Verdes, percebendo assim que muito havia ainda para descobrir sobre os mistérios das cores do Mundo. E foi por isso que, um dia mais tarde, quando apareceu na cidade um… Vermelho, ninguém estranhou!…
História em pdf aqui
- Misturámos o azul e o amarelo = VERDE
e também o Vermelho com o amarelo
Deu um cor-de-laranja estranho!!!
- Conversámos, mais uma vez, sobre a constituição de uma família
- Desenhámos a família do Azul
- Realizámos a experiência “Flores que mudam de cor”
Se colocarmos ums flor em “água colorida” o que irá acontecer??

- A flor vai beber a água. (João)
- A flor vai morrer. (Matilde)
- A água vai fugir (MAriana C.)
- A flor vai desaparecer. (Ruben)
- A flor vai para o lixo! (Paulo)
- A flor vai tirar a água. (Érica)
- A flor vai mudar de cor. Fica castanha (Diana, Vasco)
- A flor vai mudar de cor. Fica cor-de-laranja. (Gonçalo)
- A flor vai mudar de cor. Fica de muitas cores. (Inês C.)
- A flor fica cor-de-rosa. (Judite)
- A flor fica amarela. (Inês R.)
- Flor azul. (Rodrigo)
- A Flor vai ficar azul. (Nicolau, Alexandre)
Folha para registar a experiência aqui
October 12, 2007 - Posted by Drizita- 1 Comment
Peguei na história “Problemas” e partimos à descoberta da família em geral e de cada criança…
O que é a familia?
- É toda da gente. (Matlide)
- A Érica é da família da Mariana. (Paulo)
- O Ruben e a Lara são manos. São família. (Marta)
A minha família é…
GRANDE? pequena? Quem a compõe?
Imagens da revista educação infancia
Fotografias das nossas famílias

Está um bocadinho desfocado mas dá para ver a ideia
Foi muito giro 
Fizemos os desenhos com canetas de acetatos em saco de plástico grosso (bem mais baratos que os acetatos
)

Depois decorámos as nossas molduras com muita muita criatividade

E fomos analisar onde morávamos!
Vimos também outros tipo de habitação
Imagens da revista educação infancia
October 4, 2007 - Posted by Drizita- 0 Comments
1º Ouvimos a história do Espantalho brincalhão
“A Chegada do Outono do Espantalho Brincalhão”
Num campo de milho muito dourado vivia um lindo Espantalho muito brincalhão. Logo pela manhã quando o sol começava a espreitar na montanha, o Espantalhinho abria os olhos e esfregava-os… depois começava a bocejar: Ohhhh!Ahhhh!
Em seguida, espreguiçava-se. Esticava um braço, outro braço, uma perna e a outra perna. Olhava para o sol e bocejava mais uma vez: Ohhhh! Ahhhh!
Depois de bocejar, o Espantalhinho adorava sentir o sol a aquecer-lhe a palha de todo o seu corpo e sacudia uma perna… outra perna… um braço e o outro braço.
De repente começou a sentir muitas cócegas por todo o seu corpo… cada vez mais e mais… eram os ratinhos e os passaritos da quinta que queriam brincar com ele e por isso faziam cócegas e tiravam-lhe alguma palha.
De tanto rir e espernear, o Espantalhinho ficou cansado, e os ratinhos e os passaritos decidiram ir embora.
Num instante o sol escondeu-se e o vento começou a soprar VVVVV… VVVVV… era o Outono que tinha chegado. As folhas das arvores começaram a cair e o chão ficou colorido em tons de castanho, amarelo e vermelho.
O Espantalho estremeceu… espirou… Atchim!… e deu-lhe um arrepio de frio.
O vento soprava cada vez mais forte… VVVVV… mais forte… VVVVVV… mais forte, e o Espantalhinho andava de um lado para o outro. As arvores estremeciam e as folhas caiam.
O vento parou mas a chuva chegou. O Espantalho estava a ficar todo molhado. Cada vez chovia mais e o Espantalho ficava muito encharcado, e pesado… muito pesado. A chuva parou e o Espantalhinho começou a sentir-se tão pesado que começou a escorregar e a ficar com muito sono… Ohhh!… muito sono… até que se deitou no chão e adormeceu. Dormiu e sonhou com o sol a aquecer-lhe o corpo… tinha saudades do Verão mas só que agora era a vez do Outono que trazia consigo: o frio, a chuva e o vento.
Nisto chegaram os amigos: os ratinhos e os passaritos que acordaram o Espantalho para brincar porque já estava sol.
O Espantalhinho ficou muito contente porque parte do seu sonho tinha-se tornado realidade. Era Outono mas tinha o “calor” dos amigos e o amor sempre juntinho ao coração.
História cedida pela colega “Line” no fórum Educação de Infância.
2º Expimimos as nossas opiniões sobre um espantalho:
- Os espantalhos servem para os passarinhos não irem para a horta. (Inês C.)
- Os espantalhos servem para os passarinhos não picarem a fruta. (Matilde)
- Os espantalhos ajudam as folham a não cairem. (Gonçalo)
- Os espantalhos guardam os passarinhos. (Nicolau)
- Os espantalhos vivem numa casa. (Paulo)
3º Decorámos um espantalho com cotonetes segundo o código indicado
(1=vermelho; 2=amarelo; 3=verde; 4=azul)

October 1, 2007 - Posted by Drizita- 0 Comments
A Editora Minutos de Leitura tem seis livros para oferecer do nosso amigo corvo.
Bastava fazer um desenho do Corvo a partilhar os brinquedos com os seus amigos e escrever uma frase.
Por isso, decidimos participar!

Fizemos os desenhos!

Comprámos um envelope e um selo.
Colocámos lá os nossos desenhos!

Escrevemos a MORADA.

E entregámos ao Sr.

Foi muito engraçado!
September 23, 2007 - Posted by Drizita- 0 Comments


Os CD’s da Aprendilândia são bons, educativos e baratos!!
O 1º chama-se n”O parque” (aborda o lixo, as letras, as cores…)
O 2º chama-se “O aniversário do Bruno” (ainda não vi
… vamos explorá-lo esta semana)
As crianças também têm um cartão com o seu nome. Quando fazem um desenho vão buscá-lo e copiam o seu nome. Quando vão para o computador também levam esse cartão e andam à procura das letras do seu nome no teclado 
É também bom para explorar as maiúsculas/minusculas quando eles já sabem as primeiras!!!